Aquela que vocês estão vendo
Magra, pálida, com fome e sofrendo
Já teve amores, amigos e valor
Porém, agora jogada na lama
Pois a beleza que vendia por grana
Da fonte sumiu, a fonte secou
Assim é a vida desta criatura
Sem nome, sem lar e sem cultura
Vive pedindo esmola para comer
E eu prefiro chamá-la de Mariazinha
Pobre e renegada criaturinha
Que o tempo destruiu
E a sociedade renegou.

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