“Recordar é viver, diz velho ditado”
Martim Elias – Poeta e Escritor
Esse título já foi tão comentado, pois já se dizia esse velho ditado,
Mas eu quero mesmo é falar do presente, o restante que seja passado.
Falar da beleza que fomos visitar no Rio, Minas e São Paulo,
Parque das Águas em São Lourenço, cidade de Minas Gerais,
Verdes campos, lindos lagos, simples mentes sensacionais,
Verdadeiro paraíso encantado de águas minerais e medicinais.
Cidade de Aparecida em São Paulo, terra de amor, fé e devoção
São milhões de fotos, pedidos escritos que fazem pulsar forte o coração.
Voltamos felizes, realizados com todo amor vindo das suas mãos.
Rio de Janeiro novamente, pois o Réveillon passamos lá,
Praia de Copacabana, vista panorâmica, fogos saindo do mar.
Vimos tudo isso de cima de um prédio, lá do quinto andar.
Milhares de pessoas, a maioria toda de branco, homenagem ao orixá.
Centro do Rio movimento, trânsito, haja coração,
É preciso cuidado e atenção.
Visitamos o Teatro Municipal, Museu Histórico, toda movimentação
Passagens constantes Rio a Niterói, na ponte ou embarcação.
Pão de açúcar, Trenzinho do Corcovado, andou até o Cristo Redentor.
Bairros da Lapa e da Glória de tanta tradição, saindo da estação.
Vimos as praças e barzinhos, aonde os artistas do passado andaram.
Compositores, poetas, especialmente cantores de valor.
Orlando Silva, o caboclinho querido, Herivelto Martins,
Davi Nassa, Silvio Caldas, cantavam ao coração.
Maíza Matarazo e mais um trago ao lado de Jamelão.
E esse é o Rio de outrora, quanta recordação...
Pois ainda faz ouvir o violão, de Francisco Alves, essa canção:
“A lua vem surgindo cor de prata, do alto da montanha verdejante”.
Haja coração! Só faltou o rei Roberto e seu carrão.
Ao lado do tremendão Erasmo.
Termino com uma homenagem de coração:
As enchentes passei próximo, não vi não: mas Deus tem compaixão.
Declaração ao meu amor: você Rio sabe o valor,
Mesmo que seja secreto, mas nunca acabou. Não acaba não.
Homenagem ao filho Marinelsom e toda minha família pela compreensão.
Martim Elias – Poeta e Escritor
Esse título já foi tão comentado, pois já se dizia esse velho ditado,
Mas eu quero mesmo é falar do presente, o restante que seja passado.
Falar da beleza que fomos visitar no Rio, Minas e São Paulo,
Parque das Águas em São Lourenço, cidade de Minas Gerais,
Verdes campos, lindos lagos, simples mentes sensacionais,
Verdadeiro paraíso encantado de águas minerais e medicinais.
Cidade de Aparecida em São Paulo, terra de amor, fé e devoção
São milhões de fotos, pedidos escritos que fazem pulsar forte o coração.
Voltamos felizes, realizados com todo amor vindo das suas mãos.
Rio de Janeiro novamente, pois o Réveillon passamos lá,
Praia de Copacabana, vista panorâmica, fogos saindo do mar.
Vimos tudo isso de cima de um prédio, lá do quinto andar.
Milhares de pessoas, a maioria toda de branco, homenagem ao orixá.
Centro do Rio movimento, trânsito, haja coração,
É preciso cuidado e atenção.
Visitamos o Teatro Municipal, Museu Histórico, toda movimentação
Passagens constantes Rio a Niterói, na ponte ou embarcação.
Pão de açúcar, Trenzinho do Corcovado, andou até o Cristo Redentor.
Bairros da Lapa e da Glória de tanta tradição, saindo da estação.
Vimos as praças e barzinhos, aonde os artistas do passado andaram.
Compositores, poetas, especialmente cantores de valor.
Orlando Silva, o caboclinho querido, Herivelto Martins,
Davi Nassa, Silvio Caldas, cantavam ao coração.
Maíza Matarazo e mais um trago ao lado de Jamelão.
E esse é o Rio de outrora, quanta recordação...
Pois ainda faz ouvir o violão, de Francisco Alves, essa canção:
“A lua vem surgindo cor de prata, do alto da montanha verdejante”.
Haja coração! Só faltou o rei Roberto e seu carrão.
Ao lado do tremendão Erasmo.
Termino com uma homenagem de coração:
As enchentes passei próximo, não vi não: mas Deus tem compaixão.
Declaração ao meu amor: você Rio sabe o valor,
Mesmo que seja secreto, mas nunca acabou. Não acaba não.
Homenagem ao filho Marinelsom e toda minha família pela compreensão.
